01/09/2018
Ando, e não só as ruas, mas também os rostos passam por mim.
Não sinto mais o veneno em mim, não mais exalo veneno algum,
Tampouco qualquer vociferação...
Ando e divago em superexcitação cerebral:
Os anos perdidos,
O Álcool sorvido,
As dores sentidas,
As esquinas dobradas,
As lágrimas deixadas pelas ruas...
Sinto-me vivo, sobrevivido no amor da redenção
Do Deus pai que me permite e permitiu viver e arrepender-me:
Do bem que não fizera,
Do mal que não evitara,
Do tempo que perdera,
Da insanidade dos prazeres sensoriais que vivera...
Hoje sinto-me novo, renascido, embora velho e de corpo carcomido...
De alma alegre, espírito renovado no amor universal.
Tentando cada dia seguir os passos do amado Mestre, O Cristo Consolador.
sábado, 1 de setembro de 2018
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